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2° Encontro de Comissões de Ética do Coren-MG

2° Encontro de Comissões de Ética do Coren-MG
2° Encontro de Comissões de Ética do Coren-MG

23/03/2026 - 08:30 - 17:00 GMT-3

Auditório Mater Dei - Avenida do Contorno 9000 - Prado - Belo Horizonte - MG

Com o anúncio de mais uma edição do Encontro de Comissões de Ética ganhando destaque entre os profissionais da saúde, um assunto muito sério volta aos corredores dos hospitais: você sabe, de fato, para que serve a Comissão de Ética de Enfermagem (CEE) da sua instituição?

Muitos profissionais e estudantes, do curso técnico ao bacharelado, ainda olham para a Comissão de Ética com receio, achando que ela existe apenas para punir falhas. Mas a realidade é bem diferente. Neste artigo, vamos desmistificar o papel da CEE e mostrar por que se envolver com esse tema pode ser um diferencial gigantesco na sua carreira.


O que é a Comissão de Ética de Enfermagem (CEE)?

A CEE é um órgão representativo dos Conselhos Regionais de Enfermagem (Coren) dentro das instituições de saúde, como hospitais, clínicas e UPAs. Ela é formada pelos próprios profissionais que atuam no local — enfermeiros, técnicos e auxiliares — que são eleitos por seus pares.

O objetivo principal da comissão não é a punição, mas sim a educação, orientação e fiscalização do exercício profissional. Ela existe para garantir que todos estejam trabalhando sob as diretrizes do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, promovendo um ambiente seguro.

As 3 funções principais da Comissão no seu dia a dia

Para entender a rotina da CEE, precisamos dividi-la em três pilares práticos:

  1. Função Educativa: A comissão promove palestras, treinamentos e encontros para atualizar a equipe sobre as melhores práticas, novos protocolos, direitos e deveres.

  2. Função Consultiva: Está na dúvida sobre como proceder diante de uma recusa de medicação pelo paciente? Ou sobre como registrar corretamente um evento adverso na sua anotação de enfermagem? A CEE está lá para tirar essas dúvidas de forma preventiva, antes que o erro aconteça.

  3. Função Conciliadora e Fiscalizadora: Quando ocorre um conflito ético no plantão — seja entre a equipe, ou entre profissional e paciente — a comissão atua para apurar os fatos de forma imparcial, mediando a situação e, apenas se necessário, encaminhando o caso ao Coren.

Por que participar de Encontros e Eventos sobre Ética?

Eventos institucionais e seminários focados em ética reúnem profissionais experientes, conselheiros e especialistas em legislação. Participar desses momentos traz benefícios diretos para a sua trajetória:

  • Atualização constante: As leis mudam e as tecnologias avançam (como o uso de WhatsApp, redes sociais e prontuários eletrônicos). Você aprende o que pode ou não fazer no ambiente hospitalar moderno.

  • Networking de alto nível: É uma oportunidade de ouro para conhecer gestores e referências da enfermagem, abrindo portas para quem busca cargos de liderança ou responsabilidade técnica (RT).

  • Segurança na prática: Quem conhece o Código de Ética trabalha com muito mais respaldo. Isso protege o seu registro profissional e, acima de tudo, a vida do seu paciente.

Conclusão

A ética não é apenas uma disciplina teórica que fica esquecida na sala de aula. Ela é vivida a cada medicação preparada, a cada evolução assinada e a cada relação construída com o paciente. Se o seu hospital possui uma Comissão de Ética, aproxime-se dela. Se não possui, que tal ser o pioneiro a ajudar a formá-la?

Aqui na EnferPrática, defendemos que o conhecimento é a sua maior ferramenta de proteção. Quer continuar afiando suas habilidades e dominando o plantão? Continue acompanhando nossos artigos!

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